Le Socle des Vertiges (MITsp 2019)
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©Guto Muniz

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Teatro | MITsp | 2019

DIEUDONNÉ NIANGOUNA

O Alicerce das Vertigens

A montagem conta uma história ficcional ambientada na cidade de Brazzaville, capital da República do Congo, metáfora para retratar as consequências da herança da colonização no país. Dois irmãos, Fido e Roger, veem suas esperanças testadas durante uma crise familiar, deflagrada pela morte do seu pai, Joachim.  A narrativa aborda as questões da territorialidade, identidade e pertencimento a um lugar. O  Alicerce das Vertigens é o primeiro espetáculo de uma trilogia, também composta por ShédaNkenguegi, que falam sobre a crise dos imigrantes e, sobretudo, da dificuldade do acolhimento deles nas grandes potências.

DIEUDONNÉ NIANGOUNA

nascido em 1976, em Brazzaville, é ator, autor e diretor. Em 1997, fundou a Compagnie les Bruits de la Rue. Sua obra literária e dramatúrgica baseia-se em uma linguagem que reflete a violência presente no cotidiano do Congo, marcada pela história de um país arruinado por anos de guerra civil e pelas sequelas da colonização francesa. Como integrante de grupos em Brazzaville, participou de, entre outros, Le Revizor, de Nikolai Gogol; L’exception et la Règle, de Bertolt Brecht e La Liberté des Autres, de Caya Mackhélé. Com a Compagnie Les Bruits de la Rue, foi dramaturgo e diretor de espetáculos como Big! Boum! Bah!, Nouvelle Terre de Weré Wéré Liking, Carré Blanc, Intérieur-Extérieur, Banc de Touche e, também, de peças criadas no Festival d’Avignon, como Attitude Clando e Les Inepties Volantes.

 

 

O ALICERCE DAS VERTIGENS
 

Dramaturgia e direção: Dieudonné Niangouna | Elenco: Sthyk Balossa, Dorient Kaly, Papythio Matoudidi, Arnold Mensah, Lazare Minoungou e Dieudonné Niangouna | Músico: Pierre Lambla | Vídeo: Aliénor Vallet | Cenotécnico: Nicolas Barrot e Laurent Vergnaud | Iluminação: Laurent Vergnaud | Som: Félix Perdreau | Cenografia: Ludovic Louppé, Papythio Matoudidi e Dieudonné Niangouna | Figurinos: Ulrich N’Toyo | Equipe de produção: Antoine Blesson, Emilie Leloup e Allan Périé | Produção: Compagnie les Bruits de la Rue | Coprodução: Théâtre Nanterre-Amandiers, La Villette – Paris, Festival International des Francophonies en Limousin – Limoges, Théâtre de Saint-Quentin-en-Yvelines e ARCADI | Com o suporte de DRAC Île-de-France, Centre National du Théâtre, Fonds SACD Théâtre, Institut Français, ADAMI e Espace Tiné – Brazzaville

Produção no Brasil: MITsp

Produtor local de montagem: Ricardo Frayha

Realização: MITsp, Sesc São Paulo
Apoio: Institut Français Paris, Institut Français du Brésil, Consulado Geral da França em São Paulo

Sesc Pinheiros

São Paulo, SP, Brasil

15 a 17/03/2019